Caso Malaysia Airlines

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O ano de 2014 não tem sido nada bom para a companhia área Malaysia Airlines, foram dois acidentes que culminaram na morte de todas as pessoas dos voos MH370 e MH17.

Entenda o caso da Malaysia Airlines
Era dia 7 de março, quando o Boeing 777 da Malaysia Airlines começou o seu trajeto de Kuala Lumpur na Malásia para Pequim na China. Horas depois do voo MH370 decolar o avião sumiu do radar e desde então tem sido procurado por mais de 10 países, como Estados Unidos, China, Vietnã, Austrália e outros.

O sumiço do avião abriu dúvidas sobre a segurança da companhia ou até mesmo a falta de treinamento junto aos pilotos. Mas, até que o avião seja encontrado, tudo vai ser dado como apenas de suposições e tentativa de diminuir a dor que os parentes das vitimas estão sentindo.

Meses após o acidente e sem sucesso na busca pelo avião e a causa do seu desaparecimento, tudo parecia estar caminhando lentamente para o futuro da marca Malaia. Quando de repente, em meio à uma guerra politica entre Rússia e Ucrânia, o voo MH17 da mesma companhia, foi atingido por militares russos, causando a queda do avião e morte de todas as pessoas abordo.

Por mais que o último acidente tenha sido causado pela guerra politica, o questionamento sobre a rota e comunicação entre torre, piloto e companhia está sendo colocada em cheque por muitos, principalmente pela empresa de investimento da Malásia, Khazanah Nasional, que propôs uma revisão completa da companhia área Malaysia Airlines.

As duas grandes tragédias contribuíram para gerar grande preocupações como futuro da companhia aérea, Khazanah, que atualmente detém 69,4% da companhia aérea, ofereceu pagar o restante que faltava pra ter 100% da companhia, no intuito de recuperar a marca e os mais de 1 bilhão de dólares investidos nos últimos anos.

A verdade que reestruturar a companhia nacional malaia é um dever do Governo e dos sócios da companhia, já que o comercio depende da companhia aérea nacional. Já que a maioria dos passageiros a bordo do voo MH370 eram da China. A crise levou um elevado número de cancelamentos e danos à reputação da transportadora, incluindo uma queda de 60% nas vendas para a China.

A transportadora sofreu outro grande revés em julho, após todas as 298 pessoas a bordo do voo MH17 morrerem, quando o avião foi derrubado no leste da Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia.

A empresa tem perdido muito dinheiro e assim parece desenhar-se o futuro da companhia. O seu valor de mercado caiu mais de 40% nos últimos nove meses.

O caso da Malaysia Airlines é muito delicado e grandes esforços terão que ser feitos tanto na parte estrutural, quanto na parte de apoio a todos os envolvidos nas duas tragédias. O marketing nessa hora entra com o dever de reconstruir uma marca que representa a rentabilidade do país, trabalhando diretamente com a Segurança, conforto, satisfação e atendimento focados nos seres humanos que lá estarão.

 

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